Educação Brasil: Sintego participa da paralisação nacional e exige o direito de fazer greve

O Sintego volta as ruas para protestar e reivindicar direitos dos Professores em Goiás
A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), Ieda Leal, afirma que em Goiânia a manifestação de ontem também reivindicou algumas questões regionais. Ela diz que a maior luta do sindicato atualmente é contra o Projeto de Lei de Sandro Mabel (chamado por ela de “PL do Bolacha”), que permite a terceirização do trabalho em todos os setores.

O grupo sustenta que a terceirização irá acabar com o serviço público e protestou em frente ao escritório de Sandro Mabel. “Não vamos mais permitir que ele nos envergonhe”, pontua Ieda.

A presidente do Sintego afirma que também estão lutando pelo direito de exercer greve, sem punição, além do pagamento integral da data-base, que até agora não foi votado pelos deputados. “A Assembleia vai votar o que o governador manda”, sustenta. O sindicato também exige aumento salarial para os servidores do Estado.
Sintego participa da paralisação nacional e pede pela não aprovação do PL do goiano Sandro Mabel - Jornal Opção