O Natal Solidário do Papai Noel Azul - Ética, Educação e Solidariedade - Conta com a participação de pelo menos 1.500 alunos matriculados nas escolas participantes, Colégio Estadual Visconde de Mauá, Colégio Estadual Dom Abel, Colégio Estadual Pedro Xavier Teixeira e Escola Municipal Benedita Luíza da Silva que estão automaticamente habilitados para concorrer a uma bicicleta por escola, os critérios foram definidos pela direção de cada escola, o que sugere o envolvimento na campanha de pelo menos 4.500 pessoas diretamente.

Por ser esta uma campanha de incentivo a Educação o engajamento das pessoas esta sendo total, tanto é assim que até a maior autoridade do estado, o Governador de Goiás Marconi Perillo, fez questão de expressar seu apreço pela Educação e parabenizou os envolvidos nesta que também é uma ação para lembrar e conscientizar os cidadãos do futuro sobre a importância da Ética na vida de cada um de nós.

O Natal Solidário do Papai Noel Azul quer arrecadar doações de alimentos, roupas e brinquedos para as obras do Grupo Espiríta Regeneração e por isso estamos pedindo as pessoas que façam doações no dia dos eventos ou na Rua 1015, nº. 251 Setor Pedro Ludovico CEP 74.820-285, ou ainda entrando em contato conosco pelos Whatsapp (62) 9 9340-0252 e/ ou 9 9264-5151. As doações serão encaminhadas para as obras sociais do Grupo Espírita Regeneração.

O Natal Solidário do Papai Noel Azul - Ética, Educação e Solidariedade - é uma ação idealizada por Gilson José de Menezes em parceria com a Associação Base União e Garra (ASBUG) e conta com o apoio da A Meta Dedetizadora e Questão Brasil.

O calendário dos sorteios e entrega das bicicletas ficou assim:

Segunda, dia 04/12 abriremos os sorteios das bicicletas para os alunos nota 10 no Colégio Estadual Visconde de Mauá, às 15h. 
Terça Feira 05/12 às 07h estaremos na Escola Municipal Benedita Luíza Da Silva. 
Ainda na Terça à tarde às 15h estaremos no Colégio Estadual Pedro Xavier Teixeira.
E na Quarta Feira dia 06/12 o último sorteio será realizado no Colégio Estadual Dom Abel, às 15h.

Site Questão Brasil com informações e notícias do Brasil e do Mundo.

O enfoque central deste blog é o nosso querido estado de Goiás, mas nos permitimos abordar qualquer tipo de assunto pertinentes ao Brasil ou de qualquer parte do Mundo, afinal de contas tudo o que acontece por ai são ASSUNTOS DE GOIÁS.

A Campanha Natal Solidário do Papai Noel Azul é uma mobilização da sociedade e tem como intuito chamar a atenção para Educação, a Ética e a Solidariedade.

Por iniciativa do Sr Gilson José de Menezes, o Papai Noel Azul, serão ofertadas quatro bicicletas para quatro escolas públicas do Setor Pedro Ludovico. Colégio Estadual Visconde de Mauá, Colégio Estadual Dom Abel, Colégio Estadual Pedro Xavier Teixeira e Escola Municipal Benedita Luiza Da Silva.
O objetivo é incentivar os alunos nota 10 de cada uma das escolas. A forma de premiação dos alunos será definido por cada uma das escola que pode optar por sorteio entre os melhores ou por critérios pré estabelecidos, tais como comportamento, assiduidade ou melhores notas. A escola também pode, se preferir, fazer um amplo sorteio entre todos os alunos.
Estamos abertos a parcerias com empresários que queiram ajudar a premiar mais alunos com mais bicicletas ou outros objetos que crianças e adolescentes gostam.

Vamos aproveitar este evento para chamar atenção da sociedade e das nossas crianças e adolescentes para a Ética. O Brasil vive um momento delicado em sua história em que as revelações de corrupção vão minando a esperança da população e caindo no lugar comum em que todo mundo começa a achar normal. É preciso transmitir para os mais jovens a importância de ser um cidadão ético. 

Não temos a intenção de críticar governos, políticos ou defender A ou B, a campanha tem como objetivo chamar a atenção para os problemas que são comuns a todos nós, como saúde, segurança, educação e infraestrutura. É preciso que as pessoas entendam que não adianta criminalizar a política, pois é através dela que os nossos problemas são e serão resolvidos.


Não temos a intenção de críticar governos, políticos ou defender A ou B, a campanha tem como objetivo chamar a atenção para os problemas que são comuns a todos nós, como saúde, segurança, educação e infraestrutura. É preciso que as pessoas entendam que não adianta criminalizar a política, pois é através dela que os nossos problemas são e serão resolvidos.

A Praça de Esportes do Setor Pedro Ludovico poderia ser um local de lazer para as famílias, servir para formar atletas através das escolinhas de iniciação esportiva e atender os idosos com a hidroginastica. O local tem potencial para tal, mas esta completamente esquecido pelo poder público e mais do que cobrar do Governo a manutenção, entendemos que a comunidade pode se reunir e ocupar o espaço, promovendo as ações necessárias que revitalizem a Praça de Esportes que é tão importante na região e na vida das pessoas.

A Solidariedade é uma bandeira que levantamos sempre que pensamos em mobilizar a sociedade em torno de uma causa. Procuramos fazer uma parceria com uma entidade que atenda pessoas em situação de vulnerabilidade social e este ano a nossa entidade parceira será o Grupo Espírita 
Regeneração.
A proposta é que possamos arrecadar alimentos não perecíveis para atender os beneficiados pelo Grupo Regeneração. Lembrando que nesta campanha não é aceito dinheiro como doação, apenas alimentos, roupas ou materiais de higiene e limpeza que possam atender crianças e idosos.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

MEC decide congelar vagas em universidades federais – Dieta Reinaldo Cruz – Emagrecendo sem sofrimento e com saúde

radialista-p

Com universidades funcionando em prédios alugados e déficit de professores, o Ministério da Educação (MEC) vai congelar nos próximos dois anos a ampliação de vagas no ensino superior em universidades federais. Paulo Barone, secretário da Educação Superior, disse que a prioridade nos investimentos será para “assegurar a continuidade do processo de expansão que está em andamento”. 

“A prudência recomenda que se consolide o processo de expansão que ainda está em andamento para depois planejarmos novos voos. Estamos trabalhando dessa forma, tentando honrar os compromissos com as instituições, no sentido de garantir o pleno funcionamento dos cursos que foram criados”, disse Barone. 

 O congelamento deixa o País ainda mais distante da meta do Plano Nacional de Educação que prevê ampliar a taxa bruta de matrícula na educação para 50% da população de 18 a 24 anos – em 2014, a taxa era de apenas 34,2% -, assegurando a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% das novas matrículas no segmento público. 

As instituições federais, que são responsáveis hoje por mais de 60% das matrículas de alunos de graduação na rede pública convivem desde 2014 com o corte de verbas. Algumas maiores, como a Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) enfrentam dificuldades para manter contas básicas em dia, como a de energia elétrica. 

 Já as federais que foram criadas ou tiveram expansão para novos câmpus nos últimos cinco anos enfrentam o desafio de continuar recebendo ingressantes no próximo ano e dar andamento para os seus cursos com qualidade. É o caso da Universidade do Vale do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), em Minas Gerais, que participou da expansão da rede federal, com a criação em 2013 de dois novos câmpus nas cidades de Unaí e Janaúba. 

 Sem prédio próprio, os cerca de 900 alunos dessas unidades estudam em colégios que foram cedidos pelo Estado – a situação provisória tinha como previsão durar apenas um ano. “Reformamos essas escolas, mas chegamos em um ponto em que já não temos mais como receber novos alunos”, disse o reitor Gilciano Saraiva Nogueira. 

Dos R$ 19 milhões previstos no orçamento para investimentos, a universidade recebeu neste ano apenas 50%.

Além da falta de espaço, Nogueira disse que a universidade ainda não sabe como garantir a continuidade dos cursos por falta de docentes. 

A primeira turma de alunos do bacharelado em Ciência Tecnológica terminou neste ano o ciclo básico de disciplinas e começa no próximo ano a especialização em Engenharia, mas não há professores para essa etapa. Os câmpus de Unaí e Janaúba tinham pactuado a abertura de mais de 100 docentes para cada, mas só foram liberadas 37 a cada um.

“Não vamos deixar esses alunos na mão. Pedimos ao MEC a liberação para contratar professores temporários. Se não for possível, nossa última opção é fazer aulas modulares e condensadas com professores de outros dos nossos câmpus”, disse Nogueira. 

Os novos câmpus ficam a mais de 400 km de Diamantina, sede da UFVJM.

Situação parecida é a do câmpus de Governador Valadares da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais, criado em 2013, que funciona em um prédio alugado, dividido com uma faculdade particular. A unidade tem cursos como Medicina e Odontologia, mas ainda não possui estrutura adequada para laboratórios. “A gente está fazendo o possível para não chegar na situação de ter de parar a entrada de novos alunos, mas também nos preocupamos em manter esse ingresso com dignidade”, disse Peterson Marco Andrade, diretor do câmpus. 

 A Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob) foi criada na última expansão da rede, com início de funcionamento em 2014. Com cinco câmpus, em quatro os alunos têm aulas em prédios cedidos ou alugados. A reitora Iracema Santos Veloso disse que as obras estão em andamento, mesmo com o contingenciamento de orçamento de 50% dos R$ 21 milhões previstos.

“A gente tem o básico, mas, para o ano que vem, já enfrentaremos problemas para laboratórios e exigências mais complexas dos cursos”, disse. 

A Ufob oferece cursos como Veterinária, Engenharias de Biotecnologia e Mecânica.

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) também participou do programa de expansão das federais, tendo sido criado em 2011 o câmpus de Osasco. 

As aulas de cinco cursos acontecem em um espaço cedido pela Fundação Instituto Tecnológico de Osasco (Fito) até a conclusão da obra do prédio próprio, que teve inicio em julho deste ano.

Recursos. Barone afirmou que a utilização de prédios alugados e cedidos para universidades se deve ao planejamento da expansão, já que as instituições foram criadas antes de ter suas estruturas construídas. 

Segundo ele, essas instituições terão prioridade de recursos. “Tratamos politicamente esses casos priorizando os que têm situação mais aguda”, disse. 

Para o próximo ano, o governo federal prevê cortar até 45% dos recursos previstos para investimentos nas federais e o montante estimado para custeio deve ter queda de cerca de 18%. Enquanto isso, as quatro universidades federais criadas em 2014 – Ufob, Federal do Sul da Bahia (Ufesba), Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e Federal do Cariri (UFCA) – têm previsão orçamentária 7% maior do que os R$ 326,7 milhões empenhados neste ano. 

 No entanto, Barone afirmou que o problema mais “grave” hoje dessas universidades é o déficit de professores. Segundo ele, o MEC solicitou ao Ministério do Planejamento a abertura de 1.200 vagas de professor para 2016 e o mesmo número para 2017, mas elas foram negadas.

Barone disse que o MEC estuda a contratação de professores temporários e o remanejamento de instituições que ainda não tiveram projetos iniciados. “Nosso compromisso é dar continuidade plena, atuamos para evitar que haja uma situação de estrangulamento no futuro imediato”, disse.

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